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sábado, 10 de março de 2012

Magno quer informações da sentença de enforcamento de pastor cristão no Irã

Senador Magno Malta (PR/ES) voltou à embaixada do Irã em Brasília para esclarecer imbróglio judicial envolvendo pastor que estaria condenado à morte por negar Jesus. 
Existem duas versões e sentença em mandarim que precisa de tradução oficial


Em uma semana, senador Magno Malta esteve duas vezes na embaixada do Irã em Brasília para acompanhar o polêmico caso do pastor Youcef Nadarkhani, 32 anos, que estaria condenado por dar as costas ao islamismo, à idade de 19 anos. 
Só que o embaixador da República Islâmica nega os fatos e garante que ainda não tem condenação para o acusado. "Mas mesmo com duas versões, o próprio embaixador também demonstrou total vontade em esclarecer a verdade dos fatos", explicou Magno.

Inclusive, o embaixador do Irã no Brasil, Mohammad Alighanezadeh divulgou nota oficial nesta quinta-feira, desmentindo as notícias vinculadas sobre a condenação à morte e informa que não foi emitida nenhuma sentença definitiva pelo poder judiciário da República Islâmica do Irã, relativa ao pastor Youcef Nadarkhani. Mas advogados do réu apresentaram sentença em mandarim emitida pelos senhores juízes Morteza Fartel e Azizoalla Razaghi da Corte Suprema de Justiça, que o acusado violou a lei islãmia desde a puberdade – 15 anos – e teria que responder com a vida.

Ao chegar da embaixada, Magno Malta fez pronunciamento para comunicar a sociedade da polêmica religiosa envolvendo o pastore cristão. 
 “Novamente fui bem recebido pelo embaixador e ele pediu para enviar o documento redigido em mandarim para o embaixador do Brasil no Irã com o objetivo de fazer uma tradução neutra. Vamos enviar a cópia – anexa nesta reportagem – para esclarecer realmente todos os fatos”, disse senador Malta.

Seguem a nota oficial da embaixada do Irã e a sentença já traduzida. “Nosso objetivo é saber toda verdade”. Fui pedir clemência e misericórdia para um ser humano que não pode ser condenado pela fé que professa. Estou gostando da forma que o embaixador tem tratado a questão e vamos até o Irã caso seja necessário”, finalizou Magno.

 
Declaração à Imprensa




Fonte: Assessoria de Imprensa 

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